terça-feira, 5 de abril de 2011

INTRIGRANTE

Intrigante... procurando a descrição da palavra intrigante achei a seguinte definição, de um desses dicionários da Internet. Intrigante, que ou quem intriga, mexeriqueiro(a), mulher intrigante. Mas juro a vocês que acreditei até o exato momento que a palavra tinha outro significado. Algo do tipo... algo que deixava alguém incomodado com algo ou alguma coisa. Minha nova vida, rs, se é assim que posso chamá-la, tenho conhecido pessoas novas, interessantes outras nem tanto. Dilemas e vidas normais, corriqueiras. E hoje, já não me envolvo tanto com os problemas alheios, tenho me permitido não querer resolver os problemas dos outros. E, posso garantir, que não sou mais a salvadora do mundo. E isso liberta você de muita coisa. Você acaba se permitindo. Permitindo-se a errar, a acertar, a errar de novo e mais uma vez e mais outra vez. Mas o que mais tem me deixado intrigada (incomodada), são as pessoas enigmáticas que tenho encontrado nesses dias. Pessoas complexas e que fazem questão de serem complicadas e de complicar as coisas. Pessoas que fazem de um lindo amanhecer, um incomodo da luz do dia... é como vejo. É tão bom acordar pela manhã e saber que existe alguém que ama a gente, nem que seja o pai ou a mãe, ou até seu filho, se você o tiver, ou até mesmo um cachorrinho. Eu decidi não complicar e não me envolver com complicações, e se o povo falar? Como diz o cantor... "Se o povo falar, falar, nem ligue. Nem ligue se o povo falar." Eu posso até ficar intrigada ou incomodada, rs. Mas hoje, eu nem ligo mesmo. Tenho meus objetivos a serem alcançados. Hoje eu posso dizer: "Já não me incomodo com as coisas e com as palavras dos outros".

quarta-feira, 16 de março de 2011

Dúvida

A cada dia que se passa descubro, "eu", que não sou só "eu", que estive, que estava, que estou e que estarei em dúvida sobre as coisas que estão ao meu redor.

Dúvida? Do quê? De quem? Do porquê?

Sei lá!

A vida é assim mesmo cheia de dúvidas

O mais interessante é que tenho aprendido todos os dias, aos poucos, e muito devagar, devagarinho quase parando, que eu não tenho que ter pressa de tirar minhas dúvidas.

Elas existem e são reais.

Tão reais que já tive vontade de morrer, é isso mesmo, de morrer. Não de me matar. De morrer, aqueles desejos que a maioria das pessoas tem. Aquele que você fecha os olhos e tudo simplesmente acabou.

Nesse momento eu fui egoísta o suficiente pra não pensar em ninguém além da minha angústia, por não saber o que fazer com a minha dúvida.

Escolhas são feitas, mas também são desfeitas.

As escolhas não precisam ser pra sempre, ou até pode ser pra sempre, mas um pra sempre com validade, com tempo, porque tudo é realmente pra sempre, mesmo que o pra sempre seja pra ficar na memória.

Fala-se muito que dúvida é sinonimo de fraqueza.

Eu particularmente não concordo, acredito que na dúvida a gente pode aprender, tirar algo de bom proveito, um grande aprendizado. Mas, é na resposta, da dúvida, que descobrimos quem realmente somos.

Eu tive durante muito tempo as minhas, não quero dizer aqui que ainda não as tenho.

Acredito até que elas tenham aparecido a cada dia mais e mais.

Porém, a dúvida hoje já não me assusta tanto como outrora.

Ela me faz vê que sou real e cada dia tenho percebido que existem milhares de pessoas, de diversos tamanhos, cores e mundos tão cheias de dúvidas como eu.

Então, ter dúvida é normal.
O anormal e sempre saber de tudo e nunca balançar ou titubear por alguma coisa.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O PORTEIRO DO PUTEIRO

Essa é uma história verídica e uma grande lição.
E, como de praxe não poderia está blogada em lugar melhor.

Não havia no povoado do o pior ofício do que o de 'PORTEIRO DE PUTEIRO'.
Mas que coisa poderia fazer aquele homem?
O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.
Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de ideias, criativo e empreendedor que decidiu modernizar o estabelecimento.
Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.
Ao porteiro disse:
- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso senhor - Balbuciou - Mas eu nem sei ler nem escrever!
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.
- Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a vida inteira, não sei fazer outra coisa.
- Olhe eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
Sem mais nem menos, deu meio volta e foi embora.
O porteiro sentiu como o mundo desmoronasse.
O que fazer?
Aí, ele lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.
Pensou que essa poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.
Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.
Usaria o dinheiro da indenização para compra uma caixa de ferramentas completas.
Com o povoado não tinha caixa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.
E assim o fez.
No regresso, um vizinho bateu a sua porta.
Disse o vizinho: - Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, disse o porteiro. Acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar... já que...
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo, disse o vizinho.
- Se é assim, estão está bom, disse o porteiro.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu a porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende pra mim?
- Não, eu preciso dele pra trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima fica a dois dias de viagem sobre a mula.
- Façamos um trato - disse o vizinho. Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias... aceitou.
Ele voltou a montar em sua mala e viajou.
No regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.
- Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposta a pagar-lhe seus dias de viagem, mas um pequeno lucro, para que você as compre pra mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora.
E nosso amigo guardou as palavras que escutara: 'não disponho de tempo para viajar e fazer comprar'.
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.
Na viajem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido.
De fato, poderia economizar algum tempo de viagens.
A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas.
Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes.
Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrina e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado.
Todos estavam contentes e compravam dele.
Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos.
Ele era um bom cliente.
Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias de viagens.
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras e etc... E após foram os pregos e parafusos...
Em poucos anos nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado.
Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício.
No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse: - É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola.
- A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assina o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
- O Senhor?!?! Disse o prefeito, sem acreditar. O senhor construiu um império industrial sem saber ler e escrever? Estou abismado. Eu pergunto: O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder. Disse o homem com calma.
Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO.

Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.
As adversidades podem ser bênçãos.
As crises estão cheias de oportunidades.
Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.
Lembre-se da sabedoria da água: "A água nunca discute com seus obstáculos, ela os contorna".
Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.
Quando você quiser saber o seu valor, procure pessoas capazes de entender seus medos e fraquezas e, ACIMA DE TUDO, RECONHECER SUAS VIRTUDES.

Essa história é realmente verídica, contada por um grande industrial... Sr. TRAMONTINA.
Acredito que você tenha ouvido falar dele.

Abraços e reflitam.
Eu refleti muito.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Fracasso!

Conversando com uns amigos, e perguntando sobre o que eles entendem sobre o que é fracasso, descobri que todo mundo entende que fracasso é um sentimento, um estado de espírito ou até uma motivação para mudar certas coisas na vida.
Repensando e analisando algumas coisas na minha vida e observando a vida dos outros, rs, percebi que o fracasso é algo que está a nossa volta. Fracasso esse que pode ser de pequenas proporções ou de grandes proporções.
Acredito que o fracasso faz parte da vida de cada um de nós, ele vem pra que a gente possa aprender a crescer, a lutar pelas coisas nas nossas vidas.
Porém, existem pessoas que preferem se vitimar com o fracasso, ao invés de fazer dele mais um degrau.
Se fazer de vitima do fracasso é admitir que não tem forças pra superar determinado obstáculo.
E, a maioria de nós pode passar por isso, se é que não passamos.
O fracasso é aliado das pessoas medrosas e que preferem não correr risco e enfrentar novos desafios.
Mas como diz o ditado, se a vida não lhe deu um limão no lugar de uma laranja, cabe a você fazer a limonada.
Só que algumas pessoas resolvem deixar o limão apodrecer do que fazer a limonada, preferem não correr o risco de aproveitar o que lhe é dado.
E se tornam amargas, indesejáveis, rabugentas tornado a própria vida e a vidas das pessoas ao seu redor insuportáveis.
Passam a ser pessoas negativas e não acreditam na possibilidade de um recomeçar, de que o amanhã pode ser um novo dia pra se iniciar um novo projeto ou até mesmo uma nova vida.
Hoje, eu, já não tenho mais paciência pra esse tipo de pessoas.
Quero-as bem longe de mim.
Na minha vida, já não possui espaços para esse tipo de gente.
Prefiro, está acompanhada de poucos amigos que me motivem do que está rodeada de pessoas que não acrescentam nada pra mim.
Seja alegria de viver ou conhecimento.
Hoje só quero aqui comigo aqueles a quem EU escolhi para serem meus.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

A FORMIGA.

Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno.
Não aproveitou nada de sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha gelada. Seu nome era "trabalho", e seu sobrenome era "sempre".
Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade, não disperdiçou nem um dia sequer.
Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu pra valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.
Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando.
A formiguinha exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida.
Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da sua toca.
Quando abriu a porta pra ver quem era, ficou surpresa com o que viu.
Sua amiga cigarra estava dentro de uma ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison.
E a cigarra disse para a formiguinha:
- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris.
- Será que você pode cuidar da minha toca?
E a formiguinha respondeu:
- Claro! Sem problemas.
- Mas o que lhe aconteceu?
- Como você conseguiu dinheiro para ir a Paris e compra esta Ferrari?
E a cigarra respondeu: Imagina você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minah voz.
Fechei uma contrato de seis meses para fazer show em Paris...
A propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?
Desejo sim, respondeu a formiguinha. Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por lá, manda ele ir pra "Puta que o pariu!"

Moral da história:

Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas de La Fontaine e ao patrão.
Tabalhe, mas curta sua vida.
Ela é única!!!
Se você não encontrar a outra metada da laranja, procure sua metade do limão, adicione açúcar, pinga, gelo e...

Seja Feliz!!!!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Miss Imperfeita!

O seguinte texto não é de minha autoria, mas é um texto que, pra mim, merece ter e ser levado para todas as mulheres.
Texto de Martha Medeiros, jornalista e escritora, do Jornal o Globo.

"Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de teste. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido do filho, marido (se o tiver), telefono sempre pra minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mail, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço unhas e depilação.

E, entre uma coisa e outra, leio livros!

Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.

Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.

Primeiro: a dizer NÃO.

Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.

Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.

Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejavam é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora.

Você é, humildemente, uma mulher.

E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.

Tempo para fazer nada.

Tempo para fazer tudo.

Tempo para dançar sozinha na sala.

Tempo para bisbilhotar uma loja de disco.

Tempo para sumir dois dias com seu amor.

Três dias.

Cinco dias!

Tempo para uma massagem.

Tempo para ver a novela.

Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.

Tempo para fazer um trabalho voluntário.

Tempo para procurar uma abajur novo para o seu quarto.

Tempo para conhecer outras pessoas.

Voltar a estudar.

Para engravidar.

Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.

Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.

Existe, a que será que se destina?

Destina-se a ter tempo a favor, e não contra.

A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar num-sei-o-quê a num-sei-quem.

Precisa respeitar o mosaico de si mesma. Privilegiar cada pedacinho de si.

Se o trabalho é um pedacinho da sua vida, ótimo.

Nada é mais elegante, charmoso e inteligente que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruis essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa prada, o hotel decorado por Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa venser a alma ao Diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (Ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, a final, uma vida interessante".

Pois, bem. Tenho repensado bastante meus conceitos e minhas idéias. E, principalmente a minha vida...

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Separa-ações!

Há um bom tempo venho pensando sobre esse tema, como escrever sobre ele.

Descrever o que tenho visto, sobre as consequências do separar.

As ações e atitudes do pós separação.

Acredito que nós mulheres, mesmo que soframos intensamente a ponto de achar que vamos morrer, superamos bem a separação, principalmente quando nós achamos que pra gente já deu!
Deixo bem claro que não sou expert no assunto, só me casei uma vez e graças a Deus nunca me separei.
Mas, tenho observado principalmente em meus amigos, homens, que quando estes se separam a dor é estupidamente massacrante, intensa, desesperadora.
Nós mulheres, na maioria das vezes, digamos melhor em quase 100% das vezes, sofremos ou damos mais valor a dor por querer a compaixão dos outros do que realmente estamos sentido.
Já o homem... aff! Se dana a tomar cachaça, a fazer merda, a procurar desesperadamente uma mulher e não é unicamente  por causa de sexo, é por pura companhia mesmo. Medo de se sentir só.
A constante da maioria das mulheres, é a solidão, elas se adaptam com mais facilidade, é o que me parece .
Eu posso está errada, muito errada mesmo.
Mas, o que eu tenho visto em meus amigos de pós-separação.
Eles se desesperam, elas fazem drama, não todos.
Acho que no fundo, no fundo quando a gente se separa há uma inversão de papeis.
Apesar de que em alguns existe aquele pensamento em comum de que "não vou casar mais nunca".
Mas, na verdade, o homem, mesmo que num pequeno espaço de tempo sofra.
Nós mulheres, sempre sentimos o peso do fim de mais um ciclo. E quando cansadas do relacionamento, sentimos o que eles sentem, um meio que "desprezinho", pelo fim de um ciclo.
A principio eu ia fazer esse texto usando o texto de uma amiga, Luciana, que fala do ciclos fundamentais, mas, com o passar do tempo percebi que ele não se encaixava tanto aqui porque o texto dela é mais intenso, mas verdadeiro, enquanto esse é cheio de dúvidas e achismos.
Se eu estiver errada estou aberta a replicas, rs.
Bj no coração