sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

A FORMIGA.

Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno.
Não aproveitou nada de sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha gelada. Seu nome era "trabalho", e seu sobrenome era "sempre".
Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade, não disperdiçou nem um dia sequer.
Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu pra valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.
Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando.
A formiguinha exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida.
Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da sua toca.
Quando abriu a porta pra ver quem era, ficou surpresa com o que viu.
Sua amiga cigarra estava dentro de uma ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison.
E a cigarra disse para a formiguinha:
- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris.
- Será que você pode cuidar da minha toca?
E a formiguinha respondeu:
- Claro! Sem problemas.
- Mas o que lhe aconteceu?
- Como você conseguiu dinheiro para ir a Paris e compra esta Ferrari?
E a cigarra respondeu: Imagina você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minah voz.
Fechei uma contrato de seis meses para fazer show em Paris...
A propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?
Desejo sim, respondeu a formiguinha. Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por lá, manda ele ir pra "Puta que o pariu!"

Moral da história:

Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas de La Fontaine e ao patrão.
Tabalhe, mas curta sua vida.
Ela é única!!!
Se você não encontrar a outra metada da laranja, procure sua metade do limão, adicione açúcar, pinga, gelo e...

Seja Feliz!!!!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Miss Imperfeita!

O seguinte texto não é de minha autoria, mas é um texto que, pra mim, merece ter e ser levado para todas as mulheres.
Texto de Martha Medeiros, jornalista e escritora, do Jornal o Globo.

"Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de teste. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido do filho, marido (se o tiver), telefono sempre pra minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mail, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço unhas e depilação.

E, entre uma coisa e outra, leio livros!

Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.

Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.

Primeiro: a dizer NÃO.

Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.

Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.

Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejavam é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora.

Você é, humildemente, uma mulher.

E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.

Tempo para fazer nada.

Tempo para fazer tudo.

Tempo para dançar sozinha na sala.

Tempo para bisbilhotar uma loja de disco.

Tempo para sumir dois dias com seu amor.

Três dias.

Cinco dias!

Tempo para uma massagem.

Tempo para ver a novela.

Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.

Tempo para fazer um trabalho voluntário.

Tempo para procurar uma abajur novo para o seu quarto.

Tempo para conhecer outras pessoas.

Voltar a estudar.

Para engravidar.

Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.

Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.

Existe, a que será que se destina?

Destina-se a ter tempo a favor, e não contra.

A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar num-sei-o-quê a num-sei-quem.

Precisa respeitar o mosaico de si mesma. Privilegiar cada pedacinho de si.

Se o trabalho é um pedacinho da sua vida, ótimo.

Nada é mais elegante, charmoso e inteligente que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruis essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa prada, o hotel decorado por Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa venser a alma ao Diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (Ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, a final, uma vida interessante".

Pois, bem. Tenho repensado bastante meus conceitos e minhas idéias. E, principalmente a minha vida...

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Separa-ações!

Há um bom tempo venho pensando sobre esse tema, como escrever sobre ele.

Descrever o que tenho visto, sobre as consequências do separar.

As ações e atitudes do pós separação.

Acredito que nós mulheres, mesmo que soframos intensamente a ponto de achar que vamos morrer, superamos bem a separação, principalmente quando nós achamos que pra gente já deu!
Deixo bem claro que não sou expert no assunto, só me casei uma vez e graças a Deus nunca me separei.
Mas, tenho observado principalmente em meus amigos, homens, que quando estes se separam a dor é estupidamente massacrante, intensa, desesperadora.
Nós mulheres, na maioria das vezes, digamos melhor em quase 100% das vezes, sofremos ou damos mais valor a dor por querer a compaixão dos outros do que realmente estamos sentido.
Já o homem... aff! Se dana a tomar cachaça, a fazer merda, a procurar desesperadamente uma mulher e não é unicamente  por causa de sexo, é por pura companhia mesmo. Medo de se sentir só.
A constante da maioria das mulheres, é a solidão, elas se adaptam com mais facilidade, é o que me parece .
Eu posso está errada, muito errada mesmo.
Mas, o que eu tenho visto em meus amigos de pós-separação.
Eles se desesperam, elas fazem drama, não todos.
Acho que no fundo, no fundo quando a gente se separa há uma inversão de papeis.
Apesar de que em alguns existe aquele pensamento em comum de que "não vou casar mais nunca".
Mas, na verdade, o homem, mesmo que num pequeno espaço de tempo sofra.
Nós mulheres, sempre sentimos o peso do fim de mais um ciclo. E quando cansadas do relacionamento, sentimos o que eles sentem, um meio que "desprezinho", pelo fim de um ciclo.
A principio eu ia fazer esse texto usando o texto de uma amiga, Luciana, que fala do ciclos fundamentais, mas, com o passar do tempo percebi que ele não se encaixava tanto aqui porque o texto dela é mais intenso, mas verdadeiro, enquanto esse é cheio de dúvidas e achismos.
Se eu estiver errada estou aberta a replicas, rs.
Bj no coração

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Em 30 anos


O que mais tenho ouvido dizer ultimamente sobre os meus 30 anos é algo muito bom.
Algo que tem me deixado mais segura de mim mesma, então, resolvi escrever um texto em que relato o que eu descobri durante os meus 30 anos. Então...,
Foi preciso chegar os meus 30 anos pra descobri que...
A minha religiosidade não depende de igreja ou religião, ou seja, tenho um lado espiritual que vai além de religião.
Que eu sou a única pessoa que pode e é responsável por tomar as minhas próprias decisões.
E, que essas decisões boas ou ruins vão me trazer consequências, boas ou ruins.
Que a opinião das pessoas não são decisivas na minha vida, eu posso e tenho o direito de pensar diferente de todo mundo.
Que as pessoas cometem erros e são responsáveis por eles.
Que não cabe a mim julgá-las.
Que não adianta ficar com raiva por qualquer atitude negativa, ficar com raiva não resolve.
Que sempre é tempo de recomeçar.
Que pra chegar em algum lugar, ou pra realizar os meus sonhos, infelizmente o sonho de alguém terá que ser adiado.
Que nunca se deve deixar de sonhar, porém, não deve-se viver apenas de sonho e que a realidade deve ser constituída de sonhos realizáveis.
Que nem sempre vou acordar de mal humor, de bom humor e que eu tenho o direito de ficar melancólica também.
Que as minhas decisões eu tenho que tomar só, em um momento só meu, único.
E, que esse momento único serve pra reflexão da minha vida, pra saber o que fica ou que vai embora.
Que se eu ficar esperando que as coisas aconteçam elas não irão acontecer.
Que eu tenho coisas mais importantes pra fazer do que ficar discutindo ou brigando com as pessoas pra que elas aceitem a minha opinião.
Literalmente, se me incomodar eu me mudo.
Que eu sei ser indiferente, que eu menosprezo, que sei ignorar e mesmo que me doa, eu vou fazer de conta que não fez diferença, mesmo que chore horrores em baixo do chuveiro.
Que se meu marido não quer conversar, eu levanto e saiu.
Que se ele quer sair com os amigos, saia, divirta-se.
Acredito que o casamento é a união de duas vidas em comum, porém, essas mesmas pessoas não precisam deixar de lado, TOTALMENTE, a sua vida antiga.
Pessoas precisam ter com o que se distrair.
Que eu tenho ressentimentos, que eu tenho mágoas e que elas vão fazer parte do resto da vida.
Que eu tenho muito que aprender.
Que eu posso viver.
Que eu não sou uma pessoa medíocre.
Que falar palavrão alivia. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Que os meus melhores amigos sempre vão está comigo na hora que eu mais precisar.
Que pra superar os meus medos eu tenho que enfrentá-los e não fugir deles.
Que eu, ainda, acredito nas pessoas. E, que mesmo que ela me magoem eu sempre vou dar uma oportunidade a elas.
Que eu sei ouvir.
E, se eu não souber o que dizer... EU VOU FICAR CALADA.
E, mesmo que eu saiba o que dizer e se achar que devo ficar calada, EU VOU FICAR CALADA.
Que nem sempre a minha opinião deve ser dita.
Que eu posso escolher os meu amigos.
Que eu os amo.
Descobri que tenho uma grande amiga na minha mãe.
Que ter obedecidos os meus pais, valeu muito pra formação do meu caráter.
E, que minha mãe sempre tem razão. kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Que apesar das adversidades, eu sou feliz.
Que sempre vai haver alguém mais feliz ou menos feliz do que eu.
Que mesmo sendo brasileira, em alguns momentos tem-se que se desitir de algo impossível.
Que algumas pessoas não fazem diferença, já outras fazem muita diferença.
E, que infelizmente a gente se acostuma com algumas coisas.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Mentirinhas brancas


Quando pequenos nós aprendemos que mentir é feio. E, que não devemos fazer isso.
Mas, na medida em que vamos crescendo vão surgindo os questionamentos, e quando uma criança nos põe contra parede, soltamos aquela "mentirinha branca".
Mas, o que realmente é mentirinha branca?
Pelo que eu entendo mentira branca são aquelas que todo mundo conta.
Aquelas que não prejudicam, que não magoam, que mesmo depois de descoberto a verdade não vai modificar nada.
Tipo... quando um pai fala com um filho que quem o trouxe foi a cegonha, que o papai Noel traz presente todo ano... e assim vai.
Porém, as vezes uma mentira branca pode virar uma mentira suja.
Prejudicando todos e mais alguns que não estão envolvidos na mentira.
Certa vez uma menino que vivia sozinho, que aparentemente era muito alegre, muito simpático, muito extrovertido e que gostava muito de contar histórias. Resolveu fazer uma brincadeira de mal gosto... ele deu um jeito de todos acharem que ele havia morrido... motivo?
Seu maior motivo era se sentir só.
E, ele achou que se fizesse aquilo ninguém iria sentir sua falta... porém, ele se enganou.
E, se arrependeu amargamente ao descobrir e vê o quanto todos os que o cercavam estavam sofrendo com a sua perda.
Ele tentou reverter a história.
Mas, com tudo na vida tem seus dois lados.
Alguns entenderam outros não.
E, ele foi e é julgado até hoje.
Atitudes impensadas atraem situações indesejadas.
Hoje, não jugo ninguém porque já fui julgada, com e sem motivos, e a sensação de ser julgada não foi boa.
O erro foi feito pra ser cometido, e quando alguém comete um erro geralmente é esse alguém quem deve ou quem vai pagar ou colher os erros dessa mesma falha.
E, quanto ao menino?
Ele tem pago muito caro pela brincadeira, isso eu tenho certeza.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

MAL ACOMPANHADO


Volta e meia, fico me perguntando o que é está bem ou mal acompanhado.
E, isso vem martelando a minha cabeça já há um certo tempo.
Fazer amizades é sempre bom, conhecer novas pessoas, novos conceitos de vida, novas lições de vida.
Seja amizade... venho ou nova.
Velha ou nova? É isso mesmo, as vezes durante muito tempo convivemos com pessoas que até chegamos a chamá-las de amigas, mas, será que é? E, até mesmo conhecemos novas pessoas e temos uma tal amizade que chegamos a usar aquela velha frase "esse é o meu mais novo amigo de infância".
Mas, nem sempre a afinidade instantânea é verdadeira.
Já diz a minha querida Mãe, Drª. Marinez, "confiança é algo que não se adquiri com o passar dos dias e com a convivência e não de uma hora pra outra, aliás, de uma hora pra outra a gente perde-a".
Pois bem, confiança...
Con-fi-an-ça...
Cooonfiiiiaaaança...
Creio que amizade é algo que está atrelado a confiança... E, que confiança está ligada a uma pessoa em quem a gente DEVERIA, pelo menos conviver e saber em quem pode CONFIAR.
E, confiar em alguém que você acaba de de conhecer é bem complicado ou até não.
Pois, a gente só sabe se está bem ou mal acompanhado com o passar do tempo.
E, as vezes, como minha mãe também diz: "Depois que a gente perde a confiança pra ela ser reconquistada é muito difícil" e ainda tem outra que é um clássico "As vezes você dorme com uma pessoa em quem você confiou toda a sua vida e quando você mesmos espera, não era pra ter confiado".
E, depois de muito tempo e acabei adotando uma métrica para minha vida, que é a seguinte: O melhor mesmo é esperar o pior das pessoas ou até não esperar nada de ninguém, pois, assim a gente se decepciona menos. E, por não esperar nada das pessoas você faz as coisas para as pessoas de coração limpo. Resumindo: "Fazer o bem sem olhar a quem".
Então, estar mal acompanhado é algo que é difícil de identificar porque as vezes a má companhia pode ser nós mesmos.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Palavra Única

É interessante como as palavras das pessoas ou de uma única pessoa pode levar uma pessoa pra baixo.
Alias, dependendo da importância que você dá a ela, as palavras ditas pode ter um poder de por você no mais alto astral como também pode destruir os sonhos e até mesmo colocarem uma pessoa no mais alto nível de depressão.
Assistindo o programa da Luciana Gimenez, o Superpop, onde a Luciana e outros convidados entrevistavam uma modelo brasileira, que não me recordo o nome, ela é esposa de um Skeitista famoso. Sobre, o que poderia a ter desencadeado a anorexia.
Mas, o que é que tem a vê o programa sobre anorexia e o poder da palavra dita.
Pois, bem.
Durante a entrevista a a modelo comentou que quando ela se casou e foi morar em outro país. País, este que diferente do nosso Brasil, não dar tanta importância as "abundâncias" e as curvas do corpo feminino.
E, em uma conversa com seu esposo ela perguntou-o se os homens gostavam de mulheres magérrimas. Mulheres de um biotipo inverso ao seu, já que a mesma foi uma mulher, cheia de abundâncias e curvas, no momento anterior, a ser acometida pela doença.
E, o esposo da mesma falou que pra os homens do pais que eles estavam morando as mulheres gostosas eram essas do biotipo esquelético.
E, durante a conversa, o que eu entendi, é que todo o processo da doença deu-se início a partir daí.
Hoje, ela luta pra se reabilitar da anorexia.
Pois, bem.
Dependendo de quem vem, de como é dito e como é interpretado.
Uma única palavra pode fazer toda a diferença, seja ela boa ou ruim.
Sonhos, pode ser destruídos após o estímulo esperado por alguém não seja aquele que se espera.
Um "boa sorte!", um "você consegue!", ela pode ser até bonita "mas você é mais!" mesmo que não seja, rs. Isso pode fazer muita diferença.
E, como meu pais, o grande Tobias, sempre falou: "Não é o que se diz, mas, como se diz".
Se for pra não encorajar, não diga e, se for pra ser sincero pense pra que as palavras que podem e devem ser ditas sejam palavras inteligentes que não desencorajem e nem maltratem.
O mundo anda em círculos e todo que fazemos, coisas boas ou ruins, acabam voltando pra nós mesmos.
E, é sempre bom entender que seja qual for a opinião das pessoas sobre nós, nem sempre elas estão 100% corretas e nem sempre elas estão 100% erradas.
VIVER É NÃO TER MEDO DE SER FELIZ!!!!

Texto dedicado a minha amiga Pamela Renata (CRIATURAAAAAAAAAA) e ao meu amigo Aguinaldo Antonio (Gino) rs.
Amo vocês amigos!

domingo, 4 de julho de 2010

Saudades!

Não sei se toda mulher passar por isso mas comigo volta e meia entre em estado de melancolia.
Tudo bem que dura pouco tempo, mas, ela sempre aparece. rs
E, é justamente nesse período de melancolia que fico meio nostálgica.
E, esse texto é fruto de uma nostalgia não muito recente mas profunda de saudade e de orgulho.
No ano de 2001 entre na faculdade, primeiro período de turismo, pela Faculdade de Alagoas.
Antes mesmo de começar as aulas teve uma tal de aula inaugural, ao chegar lá entrei e fui descobrindo o ambiente, depois de algumas informações, com os funcionários da mesma, encontrei a sala dos alunos da minha turma.
Sentei ao lado de uma garota, que tipo assim, que a primeira vista, parecia está meio perdida.
Com aquele ar assustada, mas parecia muito gente boa e com o tempo descobri que na verdade  ela realmente é muito gente boa.
Quando terminou a tal aula inaugural fui pra o ponto e quem estava indo pra lá também? A tal menina só que nesse momento percebi a presença de uma outra pessoa, era a tia da menina, que a acompanhava já que ela, a menina, não era daqui de Maceió.
Eu não sabia, mas aquele momento eu estava conhecendo uma das minhas melhores amigas.
Sabe aquele amigo que você gostaria que ele fosse seu irmão? É ela pra mim.
Acho que na verdade, se existe vidas passadas mesmo acho que fomos grandes amigas.
E, hoje quando olho pra ela, na verdade falo com ela pela internet, pois ela agora mora em Dublin, Irlanda. E, em alguns momentos me sinto tão orgulhosa dela.
Por toda a vida dela, saiu de casa do conforto dos pais, pra ir pra casa de parentes pra fazer uma faculdade, a garota era meio "bobinha", mas esperta também, atrapalhada, meio desastrada, não ligava muito pra aparência, rs, meio largada como eu, mas muiiiiiiiiiiiito inteligente.
E, hoje quando olho pra ela... uma mulher dona de si, em outro pais, de bem com a vida, muito bem estruturada, com um grande amor, dona da sua própria vida.
Parabéns Waleskinha, e se nenhum amigo um dia lhe falou eu lhe digo aqui:
"EU TENHO MUITO ORGULHO DE VOCÊ".
Pois, todas as frustrações, humilhações, decepções e tristezas que você passou e que passamos lhe transformaram na grande mulher que você é hoje.
Amo-te pra sempre minha irmã que eu escolhi pra mim.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

O despertar do vulcão!

Durante muito tempo da minha vida sempre aceitei as coisas que me eram dadas sem questionar, sem perguntar o por quer, sem ter dúvidas. Apenas as aceitava.
Creio que durante muito tempo, muito tempo mesmo fui uma pessoa medíocre. Alguém sem opinião, sem discordar, sem questionar, sem expor e sem me expor.
Por medo, por insegurança, por ser cautelosa em demasia?
Acho que isso tudo está ligada a minha infância.
Quando criança as coisas pra mim se processavam de uma forma meio lenta, creio que por comodade da minha parte, já que todos diziam que eu era a preguiçosa, "burrinha". rs
Creio que tomei isso pra mim, durante muito tempo.
No segundo grau fui escolhida pela minha eterna querida professora Regina pra ser monitora de Biologia.
Como a burrinha, preguiçosa poderia assumir tal papel?
Pois é!
Fui monitora de biologia no 2º e no 3º ano do antigo segundo grau.
E, como uma pessoa, hoje cética, não me lamento mais.
O que as vezes me irrita é o fato de só compreender agora, com quase meus 30 anos que não preciso de uma auto afirmação de alguém pra determinar o que eu sou ou não, o que eu devo fazer ou não.
A uns 3 anos atrás, estava uma febre do livro e o vídeo de "O segredo".
Eu vi o vídeo, várias vezes.
Foi uma das piores fazer da minha vida.
Mas graças a Deus passou.
E, falando em Deus creio que foi Ele quem despertou o meu lado cético, na hora certa.
Vivi durante muito tempo na Igreja, passei por todos os momentos que um cristão pode passar, eu acho.
Desde a fase do fanatismo, até a fase do "santinho do pau oco".
E, a pouco tempo, quando decidi que não tenho obrigação de aceitar, compreender e passar a mão por cima da cabeça dos outros e das atitudes de que eu não concordo.
Despertei de uma forma tão agressiva que comparo essa minha fase com algo do tipo um vulcão adormecido.
Estou em uma fase, em que não tenho mais tempo pra perder me lamentando, chorando pelo leite derramado, me questionando, ou ficando com raiva de algo ou alguém porque fez alguma coisa ou algo que me magoou.
O que foi feito, já foi. Vai adiantar alguma coisa ficar me lamentando? Ou remoendo?
Não, é simples assim.
Já foi, bola pra frente porque o mundo não para por sua causa ou porque você está sofrendo.
Você pode até parar, mas tudo a sua volta continua a girar, o tempo não para de contar, o mundo não para de girar e as pessoas continuam a sua vida.
O que passou, passou e, é uma perda de tempo ficar sofrendo ou remoendo por coisas que passaram.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

É fácil pra quem tá de fora!

Conversando com uma amiga pude constatar que é muito fácil dar opinião de fora.
Aliás, essa constatação não de agora. Mas, dar a opinião em algo que a gente não está vivendo é muito fácil.
Pra quem tá de fora é fácil dar opinião.
Entendo que seria algo do tipo ler uma receita de bolo e fazer o bolo.
Ler a receita de um bolo é muito fácil, é só ler.
Mas, daí a fazer o bolo são mais 500.
Primeiro, porque você tem que conhecer os produtos, fazer uma seleção destes.
E, o modo de preparo exige calma e delicadeza.
Não é apenas colocar o produtos e misturar e o bolo está pronto.
Assim, como se deve separa a clara da gema, peneirar a farinha e misturar os ingredientes é o momento em que se vive alguma situação complicada.
Antes do bolo ficar pronto ele ainda tem ir pra o forno, passar um tempo na temperatura adequada pra que ele possa cozinha no tempo certo e ficar bom.
Assim, é quando alguém passa por uma situação complicada.
É fácil todo mundo dizer que vai passar, que passa.
Mas, até passar tem todo um processo.
E, em muitas vezes é importante deixar calar e curtir o momento só. (momento que eu declaro o período que o bolo está no forno).
Quando a gente senti que tem algo errado é porque geralmente tem.
Não acredito que o sexto sentido seja algo exclusivo das mulheres, creio que ele é uma sensibilidade de percepção que todos tem de que algo não vai bem.
Mas, na maioria das vezes a gente faz questão de passar em branco ou pelo menos faz questão de não vê.
A dor, faz parte do crescimento.
Sofrer, faz bem, mesmo que doa.
E, como todo mundo diz, um dia sara.
Levemos em consideração que o processo de sarar é que é o mais importante e, que viver um processo de cura deve ser levado a sério e respeitado, as vezes calar ajuda mais do que dar a opinião.
Muitas vezes a penas a presença ajuda bem mais do que palavras.
Pense sempre nas possibilidades e se ponha no lugar do outro.
Só se sabe o quanto demora pra curar quem sente a dor e não quem só observa.

Dedico este texto a minha amiga Jeni SMF, mesmo o texto tomando um outro rumo da conversa que nós tivemos, rs.
Bj nega linda

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Aventuras de adolescente!


Quem não tem uma boa história pra contar quando era adolescente?
Eu tenho várias. Mas, a mais marcante aconteceu quando estava no 1º ano científico.
Estávamos em época de prova, todo mundo da turma largou cedo e ficamos na porta da escola, na verdade nem todos, uma parte foi pra casa.
O povo que gostava mesmo de resenha e que na verdade era mais unido ficou pra gente fazer alguma coisa.
Então, combinamos de vê um filme na minha casa.
Fomos pra locadora e uma das meninas, fia da peste, a Danúbia ou Danda Panda, falou que tinha visto um filme muito irado, que era massa.
Era drama, comédia, ação e... tudo em um só.
Ninguém, nem tinha ouvido falar na desgraça do filme.
A não ser o Vel, Everaldo Jr., que era e por sinal ainda é o maior filé, com todo o respeito é claro!!!
Sim, mas voltado a história...
O nome do filme: "KAMASUTRA"
Imagino que vc deve ter dado uma boa gargalha o filme de drama, comédia e ação era o KAMASUTRA, NÃO É DONA DANÚBIA BARBOSA?
Quando chegamos na minha casa, fomos pra salinha de TV, sentamos todos no chão um por cima do outro mesmo.
Detalhe, meus pais não estavam em casa e meu irmão não estava em casa, ou estava no quarto dele, não lembro muito bem.
Meus pais só chegavam depois das 19h.
E, nós chegamos na minha casa umas 17h30.
Quando a desgraça do filme começou.
Jesus amado, nem gosto de lembrar...
kkkkkkkkkkkkkkkkk
Eu só lembro que a cena era de sexo explicito com umas posições do Kamasutra.
Na hora que começou o babado brabo lá.
Ninguém nem ouvia a respiração.
E, quando a gente menos espera...
A gente só ouviu um grito...
LANA INGRID PITANGA TOBIASSSSSSSSSSSSS...
Quando eu ouvi meu nome completo, Jesus amado, e aquela voz... eu morri por dentro, meu sangue foi para os pés, suei frio... perdi a memória... a visão... a capacidade de racionar.
Tudo em alguns segundos, pois, eu sabia que IA MORRER.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
A voz era da minha mãe, que tinha acabado de chegar do trabalho, ela saiu mais cedo e pegou a gente vendo a desgraça do filme, bem no início que é justamente a parte mais pesada.
A galera nem se ligou mais no filme.
Minha mãe botou todo mundo pra correr e eu achei que ia morrer mesmo. kkkkkkkkkkkkkk
Danúbia ainda tentou dizer que era trabalho da escola... Mas, tudo em vão.
Meus amigos na porta acharam que eu ia morrer, o que eu tinha certeza que ia acontecer.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Bem, eu lembro que eu levei o povo até a porta me despedi e disse que se eu ainda estivesse viva segunda eu encontrava com eles.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Esse, foi e é um marco na minha adolescência e na de todos que estavam naquele dia na minha casa, pois até hoje rimos muito sobre essa história.
Eu só sei de uma coisa Danúbia, sua pangarave, um dia você ainda me paga por aquele dia.
Beijos virtuais

quinta-feira, 17 de junho de 2010

O piano!

Minha paixão pelo piano.
É algo indescritível como sou apaixonada por piano.
A forma, seus contornos, o seu som, a sua delicadeza, as sua cores, a sua composição, a sua... o seu...
É algo apaixonante.
Indescritível pra mim.
É sensual, sexi, desejável, mágico... inexplicável.
Quando eu ouço sua voz... seu som inebriante é como se todo mundo envolta não existisse, somente eu e seu som mágico.
Me sinto embriagada, sem noção, é tão envolvente que minha boca se enche de água de tão enlouquecedora é a minha paixão pelo piano, pela sua forma, seus contornos, o seu som, a sua delicadeza, as sua cores, a sua composição, a sua... o seu...

Melancolia

Em alguns momentos da minha vida me vejo envolvida por uma melancolia infinita.
Um mal súbito de tristeza, como eu costumo chamar.
Momento raro, e que nos momentos em que ele me envolve e o curto profundamente.
É, um momento de reflexão... de colocar a cabeça no lugar... de pensar... de analisar o que é aproveitável.
Analiso o que deve ficar na minha e o que simplesmente devo descartar, ou até deixar apenas como uma simples ou doce lembrança.
Em um desses momentos do meu querido mal súbito de tristeza foi agravado pela perda de "amigos".
Perder um amigo, mesmo aqueles amigos de infância momentâneos.
Aquelas pessoas que você conheceu hoje e tem uma afinidade que você não sabe nem explicar.
Pois, bem.
Depois de um dia todo de melancolia, estava conversando com alguns membros da minha família virtual, sobre a perda de alguns amigos e uma sabia amiga me falou a seguinte frase:"Amigo a gente não perde. Se perdeu não era amigo coisa nenhuma. Era interesse. Aí, você não perdeu nada mesmo.
E, eu parei pra pensar nisso.
E, na verdade ela tem toda razão.

Texto dedicado a sábia amiga FLOR - VCTG do IKariam br.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Eu penso assim tbm.

Recebi esse texto de uma grande amiga, a Biana.
E, sinceramente nunca achei que alguém pudesse traduzir em palavras tão perfeitas como as que a apresentado, americana, Opra Winfrey descreveu.
Ela descreveu o seguinte:

"Se um homem quer você, nada pode mantê-lo longe.
Se ele não te quer, nada pode fazê-lo ficar.
Pare de dar desculpas (de arranjar justificativas) para um homem e seu comportamento.
Permita que a sua intuição (ou espírito) te proteja das mágoas.
Pare de tentar se modificar para uma relação que não tem que acontecer.
Mais devagar é melhor. Nunca dedique sua vida a um homem antes que você encontre um que realmente te faça feliz.
Se uma relação terminar porque o homem não te tratou como você merecia, 'foda-se, mande pro inferno, esquece!', vocês não podem 'ser amigos'. Um amigo não distrata assim outro amigo.
Não conserte.
Se você sente que ele está te enrolando. é porque ele provavelmente está mesmo. Não continue (a relação) porque você acha que 'ele vai melhorar'.
Você vai se chatear daqui um ano por continuar a relação quando as coisas ainda não estiverem melhores.
A única pessoa que você pode controlar em uma relação é você mesma.
Evite homens que tem um monte de filhos, e de um monte de mulheres diferente. Ele não casou com elas quando elas ficaram grávidas, então, porque ele te trataria diferente?
Sempre tenha seu próprio círculo de amizade, separadamente do dele.
Coloque limites no modo que um homem te trata. Se algo te irritar, faça um escândalo.
Nunca deixe um homem saber de tudo. Mas tarde ele usará isso contra você.
Você não pode mudar o comportamento de um homem. A mudança vem de dentro.
Nunca o deixe sentir que ele é mais importante que você...mesmo se ele tiver um maior grau de escolaridade ou um emprego melhor.
Não o torne um semi-deus.
Ele é um homem, nada além ou aquém disso.
Nunca deixe um homem definir quem você é.
Nunca pegue o homem emprestado de alguém.
Se ele traiu alguém com você, ele te trairá.
Um homem vai te tratar do jeito que você permita que ele te trate. Todos os homens NÃO são cachorros.
Você não deve ser a única a fazer tudo... compromisso é uma via de mão dupla.
Você precisa de um tempo para se cuidar entre as relações. Não há nada mais precioso que viajar.Veja as suas questões antes de um novo relacionamento.
Você nunca deve olhar para alguém sentindo que a pessoa irá te completar.
Uma relação consiste de dois indivíduos completos, procure alguém que irá te completar... não suplementar.
Namorar é bacana. Mesmo se ele não for o esperado Sr. Correto.
Faça-o sentir falta de você algumas vezes... quando um homem sabe que você está lá, e que você está sempre disponível para ele, ele se acha...
Nunca se mude pra casa da mãe dele. Nunca seja cúmplice (ou co-assine qualquer documento) de um homem.
Não se comprometa completamente com um homem que não te dá tudo que você precisa. Mantenha-o em sei radar, mas conheça outros...
Compartilhe isso com outras mulheres e homens (de modo que elas saibam). Você fará alguém sorrir, outros repensarem sobre as escolhas, e outras mulheres se prepararem.
O medo de ficar sozinha faz que muitas mulheres permaneçam em relações que são abusivas e lesivas: Dr. Phill
Você deve saber que você é a melhor coisa que pode acontecer para alguém e se um homem te distrata, é ele que vai perder uma coisa boa.
Se ele ficou atraído por você à primeira vista, saiba que ele não foi o único.
Todos eles estão te olhando, então você tem várias opções.
Faça a escolha certa".

Foi a cachaça!


Foi culpa da mardita!
Eu não lembro do que eu fiz ou falei!
Acho que tive uma crise de amnésia, não lembro de nada disso que você diz que eu fiz.
Não fui eu, foi a cachaça.
É, bem fácil por a culpa de atos e atitudes tomadas depois de ter enchido a cara.
A maioria das pessoas que bebem descontroladamente sem noção, tipo, bebi pra ficar bêbado sempre e não conseguem beber socialmente sem dar escândalos ou pagar o maior King Kong.
É, e, muitos, acho que pode-se até dizer que a maioria que passa por essa situação faz, fala e toma atitudes que, elas dizem ter sido tomadas por causa do efeito alcoólico.
Bem, se foi feito, falado e tomado alguma decisão por causa da porre que se tomou eu até concordo.
Porque, pra mim, quem tá bêbado faz coisas que tem vontade de fazer e não faz quando está sóbrio.
Então, botar a culpa no álcool não é justificativa.
É bem melhor assumir que tomou atitude, falou ou fez, mesmo que errada, do que por a culpa no álcool.
A pessoa faz porque no fundo, mesmo que lá no fundo, sempre teve vontade de fazer.
Seja responsável pelas suas ações e como diz a minha amiga Everlane, não ponha a culpa na Xaxa eu gosto dela.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Telefone sem fio!

Quem nunca fez um comentário maldoso sobre alguém!?
Mesmo que seja sem admitir, todo mundo já fez um.
Não existe problemas em fazer comentários maldoso, o problema é quando ele se espalha e vira fofoca.
Certa vez uma amiga vez um comentário com outra amiga, que comentou com outra amiga e que foi tirar satisfações com a vítima do comentário, que não sabia de nada.
O problema não foi que o comentário, o problema é que ele, o comentário, foi deturpado no meio do caminho.
Resumindo a história a vítima foi tirar satisfação com a primeira amiga.
Que saiu por ruim, detalhe pra todo mundo foi ela quem inventou a fofoca.
Então, faça o seu comentário maldoso, apenas tenha cuidado com quem você o faz. rs
Bj virtuais

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Põe outro no lugar

Hoje não vou contar nenhuma história do Zizu.
Vou apenas postar... uma idéias.
Uma coisa bem comum que atualmente acontece em comunidades não governamentais é o trabalho voluntário.
Trabalhar como voluntário é algo muito prazeroso, principalmente quando você passa a sentir que aquilo lhe faz muito bem e faz bem a outro.
A gente se senti útil.
Mas, nem tudo são flores.
Quando comecei a participar de "voluntariado", digamos assim, eu apenas ia e observava.
Até que um dia me chamaram pra ajudar, mas, o ajudar não era contribuir com algo, era pra ficar no lugar de alguém.
Havia um rapaz no projeto que tinha feito algumas besteiras e uma vez deixou o pessoal na mão.
E, eu fui chamada aparentemente pra ajudá-lo.
Mas, na verdade não era pra ajudar era pra ficar no lugar dele, só que havia um detalhe.
Nem eu nem o rapaz sabia.
Pois bem, depois de um certo tempo de auxilio as pessoas me tratavam como responsável pelo grupo, nas reuniões e recados era perguntado pra mim e não pra o rapaz o que supostamente era o responsável.
Pra mim, começou a ser uma situação incomoda e uma determinada vez um colega chegou pra mim e perguntou porque os responsáveis não estavam se dirigindo ao responsável pelo grupo e estavam vindo falar comigo?
Eu respondi que não sabia.
Mas, no fundo eu bem sabia.
Estava ali pra ajudar e não pra tomar o lugar do rapaz.
Tá ele cometeu uns deslizes... Mas, porque ninguém sentou e conversou com ele?
Era simples assim... Põe outro no lugar dele?
Não sou santa, mas, aquilo me fez tão mal que chegou um determinado momento que eu pedi pra sair.
E, sai.
E, hoje aos trancos e Barrancos ainda é ele que conduz o grupo.
Ele deve ter muito amor pelo que faz.
Eu até nutro uma grande paixão pelo que eu fazia mas não estou em um período em que suporte tê que está passando por determinadas coisas.
E, principalmente algo que me faça mal.
E, além do mais, qualquer atividade que se faça, creio eu, deve ser feito pelo menos com vontade e um pouquinho de estímulo, e principalmente quando é uma atividade voluntária.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Foi mais forte do que eu!

Bem, nós adultos temos uma frase de bolso sempre na ponta da língua.
A conhecida: "Foi mais forte do que eu!".
Principalmente, quando nos vemos em uma situação em que não gostaríamos de estar, e o pior estamos naquela situação não por causa dos outros mas pelos nossos próprios erros.
Podemos até jogar a culpa no outro, mas como diz o ditado: "Quando um não quer dois não 'brincam'!". rs
Bem, a historinha de hoje que vou contar sobre Zizu é pequena e que aparentemente não surta muita curiosidade para as pessoas, mas pra mim surtiu como um grande alerta.
Vamos a história.
Assim que o Zizu completou seus 2 aninho eu tive a brilhante ideia de ensiná-lo a usar o computador e pra isso baixei uns joguinhos na Internet pra coordenação motora.
Como um grande curioso e esperto o abençoado do menino em uma manhã já tinha se adaptado ao computador que nem sei explicar.
E, pasmem não é mentira!
Ele com apenas três anos mexe no computador como muita gente grande não sabe mexer.
Sim, mas voltando a historinha.
Como toda criança com brinquedo novo jr não queria larga o computador e daí pra se tornar um novo viciado é rapidinho então, passeia limitar o tempo dele.
Ele estava tão empolgado em saber usar o computador que até pequenos lanches e refeições ele queria fazer com o novo amigo, o computador.
Então, expliquei não seria bom fazer refeições em cima ou perto do computador, pois poderiam cair migalhas e atrair formigas e se as dita cujas entrassem dentro do computador e resolvessem morar lá dentro o computador quebraria.
Não, sei se isso é possível de verdade.
Mas eu sei que já aconteceu com uma amiga minha.
Sim, ele entendeu isso e o mais importante ele assimilou a lição.
Um certo dia ele queria lanchar pediu pra que eu preparasse um lanchinho pra ele. Eu preparei e o entreguei.
Ele foi direto pra o computador.
E...
Na primeira mordida ele parou, se afastou do computador e comentou comigo a seguinte frase: - "Mamãe, não pode comer no computador, né!?"
- "Se não as formigas vem e esculhambam o computador, né isso!?"
E eu respondi que sim.
Depois pensando em um certo ocorrido com uma amiga, que traiu o namorado, ela me disse a seguinte frase: "Foi mais forte do que eu!"
E, eu contei essa história do Zizu pra ela.
Então, não foi mais forte.
Quando se faz algo de errado, se faz porque quer, a não ser que você seja doente.
Mas, sendo uma pessoa normal?
Quer fazer algo que você sabe que não é certo, faça! E, assumas as consequências.
Porque se uma criança de 2 anos é capaz de parar e raciocinar. Imagine um adulto que tem mais discernimento que uma criança.
Pense nisso!!!
Bjos virtuais.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

A Mentira


Acreditar que a gente pode ludibriar uma criança ou até mentir pra ela as vezes pode parece muito fácil.
Vou contar aqui uma lição que o Zizu me deu e que depois desse dia eu passei a pensar duas vezes antes de mentir pra ele.
Pois bem, pra ganhar uma graninha extra resolvi fazer uns salgado pra colocar na lan house, eu os fazia em casa e mandava pra lá ou então eu levava.
Só que toda vez que eu levava os salgados pra lá, ele sempre queira ir junto e ficava complicado de levar uns depósitos na mão e ainda ter que ir com o Zizu, que tinha que ir segurando na outra mão já que passávamos por dentro de um posto de gasolina.
Pois bem, um certo dia eu precisei ir buscar os depósitos, que já estavam na lan house, e queria fazer isso rápido.
Pra que o Zizu não pedisse pra ir eu falei pra ele que ia na casa do avô delem que mora duas casas depois da minha, pegar alguma coisa e que era rápido.
Na hora ele fez:"Tá mamãe!"
Eu saí rapidinho, fui na lan house, peguei os depósitos e voltei pra casa.
Porém...
O que aconteceu em seguida foi o que me fez pensar duas vezes antes de mentir pra ele.
Bem, ao abrir a porta aparentemente tudo normal.
Ele estava brincando no corredor e me viu chegar em casa, detalhe, com os depósitos.
E, soltou a seguinte frase: "Mamãe, você mentiu pra mim!?"
"Você falou que ia no vovô e foi na lan house? Que coisa feia! Você sabia que mentir é feio!? E, que quem menti não ganha presente do papai Noel!?"
Eu fiquei com a cara no chão, não tinha nem como me justificar.
Eu baixei a cabeça... respirei fundo... e pedi desculpas a ele.
"Zizu, você me desculpa!?" "Eu prometo que não vou fazer mais isso, tá!?"
Aí, ele cheio de si, me respondeu: "Tá certo! Eu lhe desculpo, mas não faça mais isso não que é muito feio e assim você não vai ganhar presente do papai Noel."
E, depois dessa eu penso é duas vezes antes de mentir pra ele ou pra qualquer pessoa.

domingo, 6 de junho de 2010

Ser complicado!


As vezes ser complicado é descomplicar a vida!

Em alguns momentos da vida você pode levar o nome de complicado mas será realmente que você é complicado ou são as pessoas ou o meio em que você convive que complica a sua vida? Durante um certo tempo da minha vida convivi em uma ambiente que pra mim sempre foi descomplicado, principalmente porque apenas convivi, aliás, apenas ia com uma certa frequência a esse lugar. A partir do momento em que eu começei a conviver com o lugar algumas coisas começaram a se complicar.
E, quando se vive em um ambiente complicado dificilmente você não estará envolvido em alguma complicação.
Pois bem, eu me envolvi e me deixei envolver, descobri e fui descoberta até o momento em que as complicações alheias me sufocaram. Já não dormia mais direito, me preocupava com a vida alheia tentando ajudar, não que eu seja a melhor pessoa do mundo, isso eu não sou.
Mas, tudo aquilo me incomodava, estava me fazendo mal.
E, como sou de pelo menos tentar mudar eu tentei.
Mas, as vogais, as consoantes, os sinais e o ponto final optão em nao mudar.
Então, pra nao me complicar ou complicar a minha vida eu descompliquei.
Decidi não fazer mais parte.
E, disso tudo aprendi que você só complica, é comlpicado ou complicará se você quizer.
Pra descomplicar é bem simples não faça e se fez, se der defaça. E, se não der pra defazer se retire, porque o máximo que iram fazer é lhe chamar de complicado.
Então, pra descomplicar a minha vida... Prazer! Eu sou a senhora complicação.

A mordida no morango


Criança sempre acredita que elas podem enganar os mais velhor.
E, o Zizu, meu filho não é diferente.
Vejam como ele é esperto e acha que pode me enganar.
E, pasmem ele já conseguiu uma vez.
Mas, voltando ao assunto vou descrever agora a historinha da mordida nos morangos.
Jr, adora bolo de chocolate como toda criança e já alguns dias ele vinha me pedindo para que eu fizesse um.
Então, fiz como ele me pediu.
Compramos o material do bolo e nisso ele viu uma cestinha de morangos bem vemelhinhos e pediu pra que a gente, eu e meu marido, comprassemos os morangos.
No dia seguinte, era um sábado e fui fazer a bendita torta.
Ele pediu pra ajudar e eu deixei.
Quando a torta estava pronta fiz uma cobertura de brigadeiro e coloquei por cima da torta pra finalizar os morangos como um lindo enfeite.
Enquanto esfriava fui limpar a bagunça e percebi que ele ia e vinha na torta e sempre com a mão na boca.
Logo achei que ele estava passando o dedo na cobertura. E, como sempre ensinei meus primos a fazerem isso não poderia brigar com ele, rs.
Mas, depois de uma certa hora percebi que a torta não tinha marcas de dedo em sua cobertura, achei estanho e não entendi o que ele tava fazendo perto do bolo.
De madrugada acordei com fome e fui comer um pedaço da torta.
E, pra minha surpresa... o que ele tinha feito na torta não foi comer a cobertura e sim dá uma mordida em cada morango e posto cada um no mesmo lugar, dei muitas gargalhadas quando vi.
No outro dia pela manhã, quando ele acordou eu perguntei a ele:
"Mas, Zizu porque você fez aquilo no bolo?"
Ele me respondeu com uma carinha de safado:
"Mamãe, você é bem espertinha viu!? Já descobriu que eu mordi os morangos?"
Eu ri e ao mesmo tempo fiquei irada pq ele duvidou da minha capacidade intelectual. rs
Bem, acho que essa é uma bela apresentação pra o Zizu, ainda tenho muitas histórias pra contar e garanto a vocês que ele sempre apronta mais uma.