Hoje não vou contar nenhuma história do Zizu.
Vou apenas postar... uma idéias.
Uma coisa bem comum que atualmente acontece em comunidades não governamentais é o trabalho voluntário.
Trabalhar como voluntário é algo muito prazeroso, principalmente quando você passa a sentir que aquilo lhe faz muito bem e faz bem a outro.
A gente se senti útil.
Mas, nem tudo são flores.
Quando comecei a participar de "voluntariado", digamos assim, eu apenas ia e observava.
Até que um dia me chamaram pra ajudar, mas, o ajudar não era contribuir com algo, era pra ficar no lugar de alguém.
Havia um rapaz no projeto que tinha feito algumas besteiras e uma vez deixou o pessoal na mão.
E, eu fui chamada aparentemente pra ajudá-lo.
Mas, na verdade não era pra ajudar era pra ficar no lugar dele, só que havia um detalhe.
Nem eu nem o rapaz sabia.
Pois bem, depois de um certo tempo de auxilio as pessoas me tratavam como responsável pelo grupo, nas reuniões e recados era perguntado pra mim e não pra o rapaz o que supostamente era o responsável.
Pra mim, começou a ser uma situação incomoda e uma determinada vez um colega chegou pra mim e perguntou porque os responsáveis não estavam se dirigindo ao responsável pelo grupo e estavam vindo falar comigo?
Eu respondi que não sabia.
Mas, no fundo eu bem sabia.
Estava ali pra ajudar e não pra tomar o lugar do rapaz.
Tá ele cometeu uns deslizes... Mas, porque ninguém sentou e conversou com ele?
Era simples assim... Põe outro no lugar dele?
Não sou santa, mas, aquilo me fez tão mal que chegou um determinado momento que eu pedi pra sair.
E, sai.
E, hoje aos trancos e Barrancos ainda é ele que conduz o grupo.
Ele deve ter muito amor pelo que faz.
Eu até nutro uma grande paixão pelo que eu fazia mas não estou em um período em que suporte tê que está passando por determinadas coisas.
E, principalmente algo que me faça mal.
E, além do mais, qualquer atividade que se faça, creio eu, deve ser feito pelo menos com vontade e um pouquinho de estímulo, e principalmente quando é uma atividade voluntária.
Vou apenas postar... uma idéias.
Uma coisa bem comum que atualmente acontece em comunidades não governamentais é o trabalho voluntário.
Trabalhar como voluntário é algo muito prazeroso, principalmente quando você passa a sentir que aquilo lhe faz muito bem e faz bem a outro.
A gente se senti útil.
Mas, nem tudo são flores.
Quando comecei a participar de "voluntariado", digamos assim, eu apenas ia e observava.
Até que um dia me chamaram pra ajudar, mas, o ajudar não era contribuir com algo, era pra ficar no lugar de alguém.
Havia um rapaz no projeto que tinha feito algumas besteiras e uma vez deixou o pessoal na mão.
E, eu fui chamada aparentemente pra ajudá-lo.
Mas, na verdade não era pra ajudar era pra ficar no lugar dele, só que havia um detalhe.
Nem eu nem o rapaz sabia.
Pois bem, depois de um certo tempo de auxilio as pessoas me tratavam como responsável pelo grupo, nas reuniões e recados era perguntado pra mim e não pra o rapaz o que supostamente era o responsável.
Pra mim, começou a ser uma situação incomoda e uma determinada vez um colega chegou pra mim e perguntou porque os responsáveis não estavam se dirigindo ao responsável pelo grupo e estavam vindo falar comigo?
Eu respondi que não sabia.
Mas, no fundo eu bem sabia.
Estava ali pra ajudar e não pra tomar o lugar do rapaz.
Tá ele cometeu uns deslizes... Mas, porque ninguém sentou e conversou com ele?
Era simples assim... Põe outro no lugar dele?
Não sou santa, mas, aquilo me fez tão mal que chegou um determinado momento que eu pedi pra sair.
E, sai.
E, hoje aos trancos e Barrancos ainda é ele que conduz o grupo.
Ele deve ter muito amor pelo que faz.
Eu até nutro uma grande paixão pelo que eu fazia mas não estou em um período em que suporte tê que está passando por determinadas coisas.
E, principalmente algo que me faça mal.
E, além do mais, qualquer atividade que se faça, creio eu, deve ser feito pelo menos com vontade e um pouquinho de estímulo, e principalmente quando é uma atividade voluntária.
Hoje em dia é mais fácil ignorar pessoas e problemas do quê falar a verdade.
ResponderExcluirPara cobrarmos ética e responsabilidade de alguém, para inicio de conversa temos de tê-la.
Então o Voluntariado, como em qualquer outra atividade, exige no minimo respeito ao proximo. Não é por que o rapaz errou, que se pode trata-lo como um objeto, tipo, vamos coloca-lo de escanteio para ele se tocar e sair.
Parabenizo sua atitude.
Sua ética encoraja. Pois temos de respeitar para ser respeitado.